CAMPANHA LEVANTE FEMINISTA CONTRA O FEMINICÍDIO, O LESBOCÍDIO E O TRANSFEMINICÍDIO junto ao levante MULHERES VIVAS convocam no Distrito Federal ATO NACIONAL PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES.
Em Brasília a concentração será na Feira da Torre de TV às 10h.
Todo o país se levanta pela vida das mulheres. Basta de violência!
Participe do ato, leve sua faixa, cartaz, busque o levante em sua cidade!🌻🌻🌻
Para o Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, a defesa da democracia é um compromisso e responsabilidade institucional. Para nós, é inegociável a luta e proteção da garantia dos direitos fundamentais e a superação de toda forma de violência, desigualdade, racismo e imposição.
Companheiras, o portal do Cfemea ficará fora do ar nesta semana para que seja possível trocar o sistema operacional e demais componentes de nosso servidor. Não há como prever o retorno, pois muita coisa pode dar errado e precisará ser consertada, mas esperamos que em até três dias estejamos novamente no ar.
Gerente da Império das Maquiagens e seguranças levaram adolescentes negras de 12 a 15 anos a área restrita. Polícia investiga o caso
Em 25 de novembro de 2025, o movimento de mulheres negras voltou a ocupar Brasília, agora trazendo o acúmulo de uma década marcada por conquistas importantes, mas também por retrocessos que incidiram diretamente sobre nossas vidas
Primeira palestra internacional do movimento visou discutir impactos do feminismo negro não só no Brasil, mas no mundo. “Não é só sobre o território, é sobre a etnia e racismo. Quem luta contra o racismo no Brasil, e em qualquer parte do mundo, tem que denunciar o que acontece na Palestina”
Ao vetar o uso da linguagem não binária em comunicações oficiais, a única coisa que o Estado protege é a hierarquia cisnormativa, endossando a violência simbólica contra as identidades trans
Nota Pública do Centro Feminista de Estudos e Assessoria - CFEMEA sobre publicação erroneamente publicada em nosso portal
ONU Mulheres propõe enfrentamento à violência digital durante campanha dos 21 dias de ativismo pela vida das mulheres que reúne movimentos feministas e entidades da sociedade civil
Marchar por Reparação e Bem Viver exige a adoção de um amplo programa que se distancie das propostas desenvolvimentistas em curso, algumas indisfarçavelmente bélicas, e de uma visão que nos exclui do exercício do comum.
Organizadoras cobram Estado: é "dever e direito olhar para povo negro"
Entre elas está a jornalista e comunicadora Mara Régia, da EBC e membra associada do Cfemea
Luyara Franco comenta sobre importância, legado e simbolismo da mobilização deste 25 de novembro
Ministras e parlamentares discursaram por uma vida digna
Co-fundadora de Geledés - Instituto da Mulher Negra foi escolhida para ser homenageada pelo Prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano
Em entrevista para a Alma Preta, ativistas e pesquisadoras acreditam em um novo mundo a partir das mobilizações de mulheres negras por transformação social
Pelo menos 840 milhões de mulheres, entre 15 e 49 anos, já foram vítimas de violência sexual ou doméstica
Expectativa é reunir 300 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios
Caravanas estão rumo a Brasília; marcha acontece nesta terça
HOJE, 24 de novembro às 14h, no Armazém do Campo (SCS - Ed. Denasa - térreo), o ILÊ, Frente Estadual pelo Desencarceramento, IDMJR e Rede Nacional de mães e familiares vítimas do terrorismo do Estado promovem uma roda de conversa como parte da programação oficial da Marcha das Mulheres Negras, para refletir sobre os caminhos da reparação e do Bem Viver, ao questionar que isso não é possível sem justiça e liberdade.
Com nome Reparação e Bem Viver, evento ocorre nesta terça-feira (25). Caravanas começam a chegar em Brasília na segunda-feira e mulheres negras já iniciam atividades que devem seguir a semana toda.
Levantamento revela desigualdades raciais persistentes em educação, território e condições de vida no Distrito Federal
A partir de 24 de novembro de 2025 em Brasília, mergulhe na história e legado de Luiza Bairros! A exposição “Luiza Bairros: Lentes e Voz” é uma memória viva da luta feminista e negra no Brasil. Uma celebração da sua trajetória, curadoria de Martha Rosa F. Queiroz.
Aos 82 anos, ativista é figura central na articulação de agendas que abriram caminho para políticas públicas no país
No dia 24 de novembro às 14h, o ILÊ, Frente Estadual pelo Desencarceramento, IDMJR e Rede Nacional de mães e familiares vítimas do terrorismo do Estado promovem uma roda de conversa como parte da programação oficial da Marcha das Mulheres Negras, para refletir sobre os caminhos da reparação e do Bem Viver, ao questionar que isso não é possível sem justiça e liberdade.
Dirigido por Urânia Munzanzu, filme também lança um alerta sobre omissão do Estado e sociedade sobre o tema
Dia da Consciência Negra estimula reflexão sobre conquistas e desafios
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