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    • Das ruas ao Parlamento, apoiadores e opositores da agenda feminista
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  • 'Quem ama não mata': o feminicídio de 1976 que ajudou a mudar a Justiça brasileira

  • 'Temos a possibilidade real de eleger uma mulher prefeita', diz presidenta do PT em Porto Alegre

  • ‘‘Quando uma mulher quilombola tomba, o quilombo se levanta com ela’’

  • ‘A proteção precisa chegar às indígenas’, diz gestora de prevenção à violência de gênero

  • ‘Achava que a ABL não era um lugar para nós’, diz Ana Maria Gonçalves, mais nova imortal

  • ‘Acordo sujo’: mulheres criticam decisão de Motta de não votar PL da Misoginia

  • ‘Bendita Sois Voz’: mulheres contam as histórias de outras importantes mulheres

  • ‘É preciso falar da reforma agrária a partir do feminismo camponês e popular’, diz historiadora e militante do MST

  • ‘Ela manteve viva a chama das utopias’: Brasil se despede de Clara Charf

  • ‘Meninas na Tecnologia’, projeto de inovação da UFSC, vence prêmio por votação popular

  • ‘Não podemos aceitar que uma mulher ainda receba 20% a menos’, diz ministra em conferência

  • ‘Parem de nos matar’: ato em SP reúne milhares de mulheres em grito de revolta contra feminicídios e falhas em políticas de proteção

  • ‘Seguimos em revolução’, diz liderança feminista sobre a resistência na Venezuela

  • ‘Um passo gigantesco em termos civilizatórios’: entenda o fim do uso de ‘legítima defesa da honra’

  • "A luta deu sentido à minha vida", diz fundadora do Mães de Manguinhos

  • "Caminhos para uma Teologia Feminista" de Ivone Gebara!

  • "É mais difícil ser respeitada no Brasil"

  • "Fomos silenciadas, mas sempre continuamos falando", diz Cármen Lúcia

  • "O ESPLAR sempre esteve ao lado do semiárido, dos territórios e povos indígenas"

  • "Resultado da luta feminista", comemora ministra da Igualdade da Espanha

  • "Ser mulher em espaço de poder é sempre desafiador", diz Rita Serrano

  • "Temos um Estado que justifica o agressor", diz ministra das Mulheres

  • “A igualdade só será alcançada em 131 anos”

  • “A Justiça odeia as mulheres”, diz mãe que luta pela guarda da filha

  • “A maioria são homens sem a cultura de conviver e respeitar mulheres nos espaços políticos”, diz Rosa Amorim sobre parlamentares

  • “A mulher só se torna tema de pesquisa quando ela mesma começa a fazer pesquisas”, afirma historiadora

  • “Caminho de pedras” retrata a resistência das mulheres na política e no amor

  • “Creuza Oliveira é uma estrela negra que vem iluminando a nossa trajetória de luta”, diz Luiza Batista

  • “Elas ficam”: campanha nacional defende as seis deputadas que enfrentam pedido de cassação

  • “Espero que os movimentos feministas estejam nas ruas”. Entrevista com Nancy Fraser

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fim da legitima defesa sul21

Teocracia à brasileira

“Bancada Cristã” avança no Congresso enquanto partidos progressistas esquecem movimentos sociais e cortejam lideranças religiosas. Resistência cresce, mas espaço cívico está ameaçado. Feministas alertam: sem Estado laico, não há democracia real

Bancada Cristã: a tomada do Estado e o ódio às mulheres

Crescem alianças entre doutrinas religiosas antes “adversárias”. Em comum, convergem na agenda moral de que a reivindicação pela autonomia feminina foi longe demais. Articulação objetiva alcançar o Colégio de Líderes do Congresso e o controle da pauta legislativa

Congresso: Por onde avançam as bancadas religiosas

Pauta da “retidão moral” sob mando masculino aglutina 40% dos parlamentares. É incentivada por igrejas fundamentalistas, que avançaram no terreno de devastação da democracia e desencanto com a política. Mas há brechas: fé não significa submissão como destino

A “teocracia à brasileira”, sempre à espreita

A laicidade é o que nos difere da Idade Média. Deveria garantir que dogmas jamais poderiam interferir na coletividade. Mas, no Brasil, pressuposto está corroído. Por que ameaçar direitos de mulheres e minorias – e à própria democracia – não causa o espanto que deveria?

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Começa a etapa presencial do Laboratório Feminista do DF e Entorno - 2026

logos feministas apoiam erika hilton

Eleição de Erika Hilton para presidente da Comissão da Mulher é um fato importante para a democracia

livro memoria salvador

A potência do Laboratório Organizacional
Feminista para a Sustentação da Vida
de Salvador

 

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Não à Guerra Imperialista!

 

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TV Kirimure encerramento laboratorio salvador

TV Kirimurê no encerramento do Laboratório de Salvador

ulfa logo1a

ULFA 2

REPOSITÓRIO

PORTAL BRASIL - ÁFRICA

PLATAFORMA DE CURSOS E ATIVIDADES

PLATAFORMA DE CURSOS E ATIVIDADES DF e RIDE - Cfemea e MST

acervo cfemea2

CONHEÇA A COLEÇÃO DO JORNAL FÊMEA

jornal femea4

 

Territórios de Cuidado, Luta e Sustentação da Vida

  • Curso sobre Elaboração e Gestão de Projetos com Territórios de Cuidado, Luta e Sustentação da Vida
  • Aconteceu em Brasília o 1º Laboratório Organizacional Feminista para a Sustentação da Vida
  • Convite para esta terça, 8/10: Roda de Conversa sobre Autocuidado e Cuidado Coletivo entre ativistas feministas, defensoras e defensores de direitos humanos e movimentos sociais

Feminismo

  • PORTAL CATARINAS - Além do sexo: mulheres redefinem prazer a partir do autoconhecimento e da liberdade 
  • CONANDA critica agressão aos direitos das crianças e adolescentes promovida pelo Congresso Nacional
  • Plenária das Mulheres e Juventudes do Cerrado
  • Criminalização da misoginia: relatora apresenta nova versão do projeto de lei
  • Agenda Legislativa Mulheres do Brasil prioriza cotas femininas no Legislativo e orçamento voltado às mulheres
  • Onde (também) mora a angústia urbana
  • MFP: ‘A cabanagem e a luta das mulheres cabanas’
  • Mulher é morta no noroeste do estado; caso é o 38º feminicídio do ano no RS
  • Mobilização em Rondônia pedirá libertação de advogada considerada prisioneira política

+ Lidos

  • Não à Guerra Imperialista!
  • Eleição de Erika Hilton para presidente da Comissão da Mulher é um fato importante para a democracia
  • “Só mulher nua entra no Masp?” Como museu usa a arte para virar o jogo
  • Congresso: Por onde avançam as bancadas religiosas
  • A “teocracia à brasileira”, sempre à espreita
  • Câmara: Comissão de Direitos da Mulher elege primeira presidente trans
  • Por que os homens continuam a matar as mulheres?
  • Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay
  • Quem era a divindade Asherah, a esposa de Deus

Feminicídio

  • PORTAL CATARINAS - Além do sexo: mulheres redefinem prazer a partir do autoconhecimento e da liberdade 
  • Entre a jornada 6x1 e o trabalho invisível, mulheres periféricas sustentam famílias e acumulam endividamento
  • 20 anos da Lei Maria da Penha: avanços e desafios
  • Escute as mais velhas. Conversa de Sueli Carneiro e Neca Setúbal com Guacira Oliveira
  • Plenária das Mulheres e Juventudes do Cerrado
  • Caso Mariana Ferrer: STF tem oportunidade histórica de fortalecer o acesso à justiça de vítimas de violência sexual no Brasil
  • Criminalização da misoginia: relatora apresenta nova versão do projeto de lei
  • Agenda Legislativa Mulheres do Brasil prioriza cotas femininas no Legislativo e orçamento voltado às mulheres

Tecelas do Cuidado tecendo redes
Publicação que sistematiza as experiências das Tecelãs do Cuidado e traz algumas reflexões que têm realizado desde que começou a pandemia da COVID19.
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grupos ideologicos23 26
Este texto foi escrito com base em pesquisa coordenada pelo CFEMEA e desenvolvida pelas pesquisadoras Denise Mantovani, Maíres Barbosa, Mari Mesquita e Milena Belançon.
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Perfil Parlamentares Cfemea 2023 26
Esse estudo avaliou o posicionamento dos 513 deputadas, deputades, deputados federais e dos/as 81 senadores/as (incluindo os/as eleitos/as em 2022) em relação às temáticas de gênero.
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autocuidado cosete RIA Editorial

Este livro apresenta as reflexões e análises do estudo de pós-doutorado da professora Cosette Casto realizado no Instituto de Psicologia da UnB sobre Cuidado e Autocuidado entre Mulheres Ativistas no mundo online – estimulando (novas) subjetividades em tempos de pandemia e violência. O estudo foi desenvolvido a partir da experiência e metodologia do CFEMEA em meio à pandemia e ao isolamento social e foi adaptado ao mundo virtual.

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