Começou hoje a etapa centralizada (presencial) com parte das inscritas no Laboratório Organizacional Feminista do DF e Entorno de 2026 (algumas tiveram que cumprir outras tarefas e algumas não chegaram a tempo). O objetivo é experenciar um processo de trabalho coletivo para organização de uma cooperativa com princípios de horizontalidade, autonomia e iniciativa. O Laboratório é uma parceria entre o Cfemea e o Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores Sem Terra (MST) 

Cfemea – 2/2/2026 (Atualizado às 16h55)

Nessa etapa, as participantes do Laboratório vão se organizar como se já estivessem em uma cooperativa seguindo os princípios de autocuidado e cuidado coletivo. 

Hoje, 2 de fevereiro, foi dia de inauguração. Todas já se conheciam, mas nesse momento deram um passo a mais na construção de algo novo. Acordos de convivência foram realizados, responsabilidades com a organização e manutenção do espaço foram confirmadas Uma grande árvore foi imaginada por cada uma das participantes que, assim, nutriram suas raízes e visibilizaram suas folhas. Na sequencia, desenharam coletivamente uma árvore com suas expectativas, objetivos e acordos mútuos. Sempre trabalhando em roda. Uma vez na Grande Roda, outras em rodas menores. Mas sempre vivenciando a horizontalidade. Falando de si em primeiro lugar, mas olhando para todas, por isso o exercício de construção de seus crachás. E procurando sempre acordos possíveis.

As participantes do Laboratório vivenciarão por 20 dias processos em que todas ganham. Construirão novos espaços de organização, reforçando os processos políticos e organizativos do MST e novos laços deverão tecer uma bela e grande rede para a sustentação da vida.

 

 

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Construíram (plantaram) uma árvore com suas expectativas, objetivos, acordos mútuos. Sempre trabalhando em roda. Uma vez em roda grande, outras em rodas menores. Mas sempre vivenciando a horizontalidade e a fala não hierárquica. Falando de si em primeiro lugar, mas olhando para todas, por isso o exercício de construção de seus crachás. E procurando sempre acordos e não votações. Vivenciarão por 20 dias processos em que todas ganham. Diferente dos espaços hierárquicos onde umas ganham e outras perdem. 

Nessa primeira semana, o Laboratório além do Ato Inaugural, terá a construção da Cooperativa (amanhã), três dias de trilha formativa sobre Teoria da Organização sob a Perspectiva Feminista e, no sábado, um dia dedicado à Jornada de Autocuidado e Cuidado Coletivo. No domingo elas “descansam” e na segunda-feira voltam para completar a Jornada de Autocuidado e Cuidado Coletivo, antecedendo a Trilha Formativa sobre Cooperativa e Cooperação Feminista.

Cada pequeno passo, cada atividade, cada tarefa é pensada para ir se complementando, cooperando para que o objetivo central seja conquistado, construir coletivamente uma consciência organizativa para a promoção da autonomia econômica das mulheres, de forma feminista, preservando e cultivando o autocuidado e o cuidado coletivo. Nesse espaço, o que se busca alcançar são os meios próprios para superação de conceitos e práticas predatórias de produtividade a todo custo, de exploração do “sangue, suor e lágrimas” das trabalhadoras, de obediência e hierarquia. O que buscamos são processos horizontais de decisão e dedicação, reconhecendo a realidade reprodutiva e de cooperação das mulheres em suas comunidades. Essa transformação não será alcançada em uma imersão ou em um laboratório de 20 dias, mas as sementes serão plantadas em solo que será tratado com bioinsumos orgânicos. E, por isso, como uma árvore que cresce, dá frutos e se relaciona com outras, por meio de comunicações variadas, todos os dias o manejo da planta será necessário para que se chegue à colheita e à agrofloresta que será nossa consciência organizativa materializada na cooperativa.

Nesse processo, as mulheres estarão criando e recriando uma metodologia que será difundida e ajudará a construir os Territórios de Cuidado, Luta e Sustentação da Vida. a real, trabalharão em comissões, percorrerão trilhas formativas (cursos), vivenciarão jornadas de autocuidado e cuidado coletivo, tomarão decisões (comissões e assembleias), farão pesquisas, escreverão projetos econômicos, debaterão como superar desafios e problemas a partir de experiências e princípios de autocuidado e cuidado coletivo.

Hoje, 2 de fevereiro, foi dia de apresentação. Todas já se conhecem, mas nesse momento estão dando um passo a mais na construção de algo novo, por isso, são apresentadas e propõem combinados, acordos de convivência e de organização do Laboratório. Dessa forma, construíram (plantaram) uma árvore com suas expectativas, objetivos, acordos mútuos. Sempre trabalhando em roda. Uma vez em roda grande, outras em rodas menores. Mas sempre vivenciando a horizontalidade e a fala não hierárquica. Falando de si em primeiro lugar, mas olhando para todas, por isso o exercício de construção de seus crachás. E procurando sempre acordos e não votações. Vivenciarão por 20 dias processos em que todas ganham. Diferente dos espaços hierárquicos onde umas ganham e outras perdem.

Nessa primeira semana, o Laboratório além do Ato Inaugural, terá a construção da Cooperativa (amanhã), três dias de trilha formativa sobre Teoria da Organização sob a Perspectiva Feminista e, no sábado, um dia dedicado à Jornada de Autocuidado e Cuidado Coletivo. No domingo elas “descansam” e na segunda-feira voltam para completar a Jornada de Autocuidado e Cuidado Coletivo, antecedendo a Trilha Formativa sobre Cooperativa e Cooperação Feminista.

Cada pequeno passo, cada atividade, cada tarefa é pensada para ir se complementando, cooperando para que o objetivo central seja conquistado, construir coletivamente uma consciência organizativa para a promoção da autonomia econômica das mulheres, de forma feminista, preservando e cultivando o autocuidado e o cuidado coletivo. Nesse espaço, o que se busca alcançar são os meios próprios para superação de conceitos e práticas predatórias de produtividade a todo custo, de exploração do “sangue, suor e lágrimas” das trabalhadoras, de obediência e hierarquia. O que buscamos são processos horizontais de decisão e dedicação, reconhecendo a realidade reprodutiva e de cooperação das mulheres em suas comunidades. Essa transformação não será alcançada em uma imersão ou em um laboratório de 20 dias, mas as sementes serão plantadas em solo que será tratado com bioinsumos orgânicos. E, por isso, como uma árvore que cresce, dá frutos e se relaciona com outras, por meio de comunicações variadas, todos os dias o manejo da planta será necessário para que se chegue à colheita e à agrofloresta que será nossa consciência organizativa materializada na cooperativa.

Nesse processo, as mulheres estarão criando e recriando uma metodologia que será difundida e ajudará a construir os Territórios de Cuidado, Luta e Sustentação da Vida.

O Laboratório Organizacional Feminista para a Sustentação da Vida do DF e Entorno está sendo financiado por uma emenda parlamentar da deputada federal Erika Kokay, no valor de R$ 120.000,00 e por recursos próprios do Cfemea, no valor de R$ 600.000,00.

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