O evento reúne pessoas de quatro países entre os dias 17, 18 e 19 de março de 2026, em Brasília; O objetivo é refletir sobre a conjuntura, trocar experiências e construir estratégias de proteção no Brasil e no Sul Global
Temendo contaminação do rio, elas pedem pela suspensão das atividades da empresa na região da Volta Grande do Xingu.
A jornalista goiana e ativista antirracista Ivana Cláudia Leal de Souza tomou posse no dia 12 de março como presidenta do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), em Brasília. Ela se torna a primeira mulher negra oriunda dos movimentos sociais e da sociedade civil a presidir o Conselho em mais de seis décadas de história.
O Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (e suas 45 organizações e movimentos sociais que o integram) está realizando seu 8º Encontro Nacional em Brasília (DF), nesses dias 17 e 19 de março. Veja a programação.
“Mandato da masculinidade” torna homens suscetíveis a praticar violência. Gozo não é sexual; é de poder. E o machismo cotidiano é a argamassa do estupro. O silêncio e o “passar de pano” são onde se nutrem as violências sistemáticas contra as mulheres
Texto está publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (16)
MANIFESTAÇÃO PÚBLICA FEMINISTA. A escolha de Erika Hilton significa um momento importante de reafirmação da agenda de lutas em defesa dos direitos das mulheres
Vasto estudo mostra: ela é uma das bases do mercado de trabalho brasileiro e bloqueia a ascensão social. Negros e mulheres são os que mais sofrem. Parte está esgotada quanto se torna quinquagenária – e ainda faltam 15 anos para aposentadoria
Entidade alega que pelo menos 100 mulheres vivem sob ameaça no país
“O enfrentamento à violência funciona só pela criminalização não porque ela resolve, mas por ser o que está disponível”, avalia advogada por trás da Lei Maria da Penha
Erica Hilton foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados
Proposta será enviada à sanção presidencial. Para a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), as doulas não vão substituir nenhum profissional de saúde, mas acompanhar a gestante e auxiliar ao longo da gestação e também nos primeiros momentos após o nascimento do filho.
Chega ao Brasil a segunda edição de O sexo do capitalismo, de Roswitha Scholz. A obra foi pivô de uma virada na teoria feminista ao articular crítica do valor e patriarcado – demonstrando como a esfera produtiva só se sustenta porque o cuidado, desvalorizado, a viabiliza. Concorra a um exemplar
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto da deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS) e Marcos Tavares (PDT-RJ) que estabelece a obrigatoriedade do uso de tornozeleiras eletrônicas para os agressores de mulheres nos casos de alto risco
A historiadora e professora Maria Luiza Tucci Carneiro, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP traz coletânea em que subverte arquivos policiais e coloniais para dar voz a protagonistas silenciadas por séculos de patriarcado. Obra será apresentada na Biblioteca Nacional como ato de reparação.
A obra nasce da dramaturgia de Lígia Helena de Almeida (@aligia_helena). A escrita partiu de uma pesquisa autoetnográfica em que a autora revisita as histórias da bisavó, da avó, da mãe e de si mesma, revelando como aquilo que parece íntimo reverbera como retrato social. Ao costurar memórias familiares, a dramaturga constrói um panorama das experiências femininas atravessadas por colonização, migração, violência, trabalho, maternidade e solidão.
A Auditoria Cidadã da Dívida está lançando a QUINTA turma do curso “O SISTEMA DA DÍVIDA NO BRASIL E A NECESSIDADE DE AUDITORIA INTEGRAL”. Participe!
Governo atual promoveu desmonte de políticas de gênero
O Ministério das Mulheres realiza o Curso de Gestão de Emendas para Políticas para Mulheres, destinado a assessorias parlamentares, organizações da sociedade civil, entidades beneficiárias e demais interessadas(os) em qualificar a elaboração de propostas alinhadas às ações orçamentárias do Ministério.
Fim da escala 6x1 e descriminalização do aborto também foram pautas da agenda feminista na capital paulista
Os protestos denunciam a concentração de terras, a paralisação da reforma agrária e a violência de gênero
Enquanto estiver viva, quero viver sob a égide de uma pirâmide imaginária formada pelas três palavras: Respeito (dando e recebendo), Autonomia e Ocupação
A violência contra as mulheres cobra uma conta alta, emocional, financeira, social e política. Não há caminho possível para o desenvolvimento de um país que aceite a violência contra as mulheres como parte de sua realidade
Crescem alianças entre doutrinas religiosas antes “adversárias”. Em comum, convergem na agenda moral de que a reivindicação pela autonomia feminina foi longe demais. Articulação objetiva alcançar o Colégio de Líderes do Congresso e o controle da pauta legislativa
Cfemea
Nesse 8 de março, queremos reconhecer e reverenciar a ousadia das mulheres que, ontem e hoje, nas favelas, nos territórios indígenas, nas periferias urbanas e rurais, têm subvertido a ordem patriarcal da submissão e se afirmam sujeitas das suas próprias vidas.
Nosso feminismo é internacionalista e anti-imperialista. Neste 8 de Março, nossas vozes estão erguidas no Brasil inteiro contra a ofensiva dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe e todas as agressões econômicas, políticas e militares que ameaçam a paz e a soberania dos povos
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